Por L. Roberto Silvado

Uma das histórias contadas por Jesus para tirar seus ouvintes da zona de conforto foi a parábola do Bom Samaritano. A Sua Igreja, o Corpo de Cristo, é desafiada a servir o próximo no nível pessoal e coletivo. Somos agentes de transformação de realidade, agentes de mudança!

Eu+Um, eu levando o amor que transformador às pessoas do meu círculo de influência, é um desafio à promoção da transformação que a conversão a Cristo produz no indivíduo, família e sociedade. Nesta parábola Jesus faz menção de dois versículos que são base para nossa igreja: “Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento e Ame o seu próximo como a si mesmo”.

O grito da alma do nosso próximo nos diz: “Alguém me proteja!” e Alguém me aceite como eu sou!” Só é possível suprir as necessidades do próximo quando me considero o próximo de alguém. Uma igreja transformadora é uma igreja formada por pessoas que vivem como este samaritano – saem da zona de conforto, vencem os preconceitos e amam incondicionalmente. Você tem saído da sua zona de conforto para amar o seu próximo?

E o grito continua: “Alguém me ajude a cuidar das minhas feridas!” e “Alguém me dê uma nova oportunidade!” Não adianta apenas minorar a dor. Precisamos intervir e transformar a realidade da pessoa para melhor! Existem dois princípios muito importantes a seguir: não existem limites para o que podemos fazer pelo nosso próximo; e, existem limites para o quanto devemos/podemos nos envolver.

Pr. Martin Luther King, ao falar sobre a parábola do bom samaritano faz duas perguntas importantes: “O que vai acontecer comigo se eu parar para ajudar?” e “O que vai acontecer com o meu próximo se eu não parar para ajudar?” Você intencionalmente tem ajudado a transformar a história do seu próximo?

 

 

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