Pr. L. Roberto Silvado

Dois irmãos foram passar as férias escolares na casa dos avós. Vovô e vovó moravam no interior e tinham um galinheiro no quintal. As crianças da cidade ficaram fascinadas com a possibilidade de correr atrás das galinhas e principalmente do galo, que não ficou muito feliz com aquela mudança no seu ritmo de vida. Toda vez que eles entravam no galinheiro, lá vinha o galo atrás deles tentando marcar território. As férias estavam perfeitas. Subir em árvores, nadar no rio, ordenhar a vaca, alimentar as galinhas, pescar com o vovô, cozinhar com a vovó no fogão à lenha, era tudo muito diferente da vida na cidade. Era tudo bom demais.

Pedrinho até aprendeu a fazer uma “atiradeira” ou uma “funda”, como alguns dizem. Era pedra para todo o lado. Acertava lata no topo do moirão da cerca, fruta na árvore, flor no jardim. “Só passarinho é que não pode!” dizia o vovô. Mas, num momento de descuido, ele acertou em cheio a cabeça do galo da vovó e imagine só, o infeliz do galo morreu. Que susto! E agora o que poderia fazer? Colocou o bicho encostado na pilha de lenha. Não contou nada para ninguém e quando foi voltando para a casa pensando no que iria fazer, deu de cara com a sua irmã Maria, que com um sorriso maroto nos lábios disse: “Eu vi tudo!”. ”Por favor, não conte nada!” disse Pedrinho mais do que depressa.

Foi aí que o seu sofrimento começou. A vovó chamou Maria para secar a louça após o almoço e ela disse: “Vovó, o Pedrinho me disse que quer ajudar a senhora.” E virou-se para ele dizendo baixinho: “Lembra do galo?”. E lá foi Pedrinho secar a louça.

“Maria, vem me ajudar a colocar a mesa.” E ela já dizia: “Vovó, o Pedrinho disse que quer ajudar.” E olhando para ele dizia: “Lembra do galo?” E assim foi durante toda a semana, ele tendo que fazer todas as tarefas da Maria, porque ela o ameaçava bem baixinho com o “Lembra do galo?” Mas, chegou um dia em que Pedrinho não aguentou mais e foi até a vovó para confessar que tinha matado o galo. A avó sentou-se na sua cadeira de balanço com Pedrinho nos braços e disse: “Meu neto querido, eu sei que foi você quem matou o meu galo. Eu estava na janela da cozinha e vi tudo o que aconteceu. É claro que eu o perdoei, eu amo você. Eu estava querendo ver por quanto tempo você iria deixar a sua irmã transformar você em um escravo.”

Esta história muito simples transmite uma verdade incrível para nós. Todos nós, em algum momento da vida, já pecamos, já fizemos algo que não gostamos de mencionar ou que não nos orgulhamos de ter feito. O diabo fica jogando esse passado como “setas inflamadas” na nossa mente para tirar nossa paz e alimentar a nossa culpa por causa dos nossos pecados. A boa notícia do evangelho de Jesus Cristo é que Deus estava na janela da vida e viu tudo o que aconteceu. Deus viu tudo o que já aconteceu na sua vida e continua amando você com amor incondicional. “Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.”

Você vai deixar alguém ficar acusando você do seu passado? Pedrinho era escravo do seu passado. Deus deseja perdoar e libertar você do peso dos seus pecados para que você possa construir um novo futuro com a Sua bênção e direção.

Peça agora o perdão dos seus pecados a Deus porque “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.”

Experimente a paz e a vida transformada que Deus dá para aqueles que são abraçados por Ele e recebem o Seu perdão.

ENDEREÇO

R. Amazonas de Souza

Azevedo, 134 Bacacheri,

82520-620, Curitiba - PR

 

Telefone: (41) 3363-0327

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