Preocupações e ansiedades, essas palavras parecem familiares a você? Talvez elas estejam te fazendo companhia nesse ano, deixando a sua alma paralisada frente a vida.

Por vezes, quando me encontro nessa situação, imagino como seria minha vida sem Jesus. Imagino como seria viver sem a perspectiva do poder da cruz, de seu sangue e sua ressurreição. Da sua vitória sobre a morte. E, então, me lembro do seu amor incondicional pela minha vida.

Que todas as coisas que me fazem pensar que é o fim, dando-me a sensação de morte, foram vencidas, pois seu amor as envolve levando-as a serem usadas no desenvolvimento do meu caráter como filha de Deus.

Lá na cruz Ele já via a minha vida e contemplava seus planos pra mim, olhava cada uma das minhas dificuldades como possibilidade de crescimento e conhecimento de seu caráter.

Quebrantar-me e adorá-lo é a única reação que me resta. Se nem na morte (a última e talvez única preocupação de fato que deveria tirar meu o sono) ele me abandona, pois já a venceu, porque me abandonaria em momentos de dor e inquietação?

Esse amor que não tem condições, restrições e limites em sua ação revelada na cruz, me afeta, me eleva e me faz crer que Deus agirá em meu favor. Fazendo com que minha reação a esse amor enquanto espero, seja adorar ao Deus que fez, faz e ainda fará tudo o que for necessário na história da minha vida.

Que vivamos reagindo a esse amor ao longo das nossas vidas, mesmo em meio às preocupações, pois é nesse ciclo da ação de Deus em amor e na reação de seus filhos em adoração, que vivemos o doce sabor da liberdade.